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A Fundação AJU tem uma pequena escola de futebol com treino à sexta-feira. | 2019-04-02

A Fundação AJU tem uma pequena escola de futebol com treino a sexta-feira. A atividade movimenta cerca 

de 12 miúdos e alguns deles jogam também em outros clubes.

 

Joao Pedro Lopes cresceu na Funda­ção AJU e chegou a pertencer a escolinha de futebol desta organlzação sem fins lucrativos. Agora, com 20 anos, é jogador de Futebol do Atlétlco Clube de Portugal e alnda arranja tempo para re­tribuir um pouco do que a fundação lhe deu, treinando os miúdos da escolinha, que sonham em ser craques, como Cristiano Ronaldo, Messi, João Felix e Bas Dost. "Estes miúdos cresceram todos comigo e estive sempre com eles. É engraçado ensinar-lhes tudo o que aprendi e o que ainda estou a aprender" comenta o jovem treinador.

 

A escolinha de futebol é mais uma das atividades para crianças desnvolvidas pela Fundao AJU e funclona todas as sextas-feiras ao final da tarde. Nesta altura, tem cerca de 12 meninos. "Não e fácil, porque uns estudam em Carcave­los, outros em Cascais, e muitos têm atividades extracurriculares" - conta João Lourenço, um dos membros do projeto Crescer, onde está inserida a escola de futebol.

 

Joao Lourenço relata que "estas crianças ja têm uma veia competitiva, mas dentro de uma competitividade saudável. A essência desta escola é o futebol de rua. Mas passamos e incutimos os bons valores. Quando vamos a torneios conseguimos desfrutar do futebol que apresentamos.", acrescenta. 

Alguns dos jogodores da escolinha também jogam de forma federada em outros clubes. Por exemplo, o ]ovem Salvador ingressou recentemente no Sporting.

 

Meninos treinam felizes

 

"Estou cá há um ano e estou contente. É uma boa inlciativa para incentivar os jovens a pratlcar desporto", subllnha Jose Gouveia, de 14anos, que tem como idolo Messi: "As vezes finto com ele." Já Lucas Landim, de 1O anos, prefere o sportinguista Bas Dost e garante que marca "também tantos golos" como o avancado holandês.

Ja o idolo de Geovanl Barros, de 12 anos, é o benfiquista João Féllix. "A minha pontaria não anda tao afinada quan­to a dele, mas também porque o guarda­-redes é bom." salienta. 

 

Como não se trata de uma equipa federada, a escolinha da AJU apenas participa em torneios e jogos particulares­. "Costumamos partcipar no torneio das ludotecas. Já flzemos também um torneio contra a Associação Gaivota, da Torre, e Jogamos contra a Escola do Benflca da Malvelra da Serra" ,explica João Lourenço.

 

Fundação acompanha 900 pes­soas

 

Para além desta atlvldade, a Funda­ção AJU desenvolve tem outras áreas de apoio à população e acompanha mais de 350 famílias. "AJudamos cerca de 900 pessoas" refere a diretora técnica  Ma­riana Formlgal.

 

A Fundação AJU está sempre aberta a novas voluntários, que têm de passar por uma entrevista prévia. Porém há uma melhor forma de ajudar. "É tornar-se amigo AJU. Por 5€/mês, faz com que consigamos proporcionar melhores condições para os nossos projetos", realça Mariana Formigal. 

 

 

Miguel Gouveia Pereira